A menina que roubava livros (Resenha)

Markus Zusak

ISBN-13: 9788598078373

ISBN-10: 8598078379

Ano: 2014 / Páginas: 478

Idioma: português

Editora: Intrínseca 
A trajetória de Liesel Meminger é contada por uma narradora mórbida, porém surpreendentemente simpática. Ao perceber que a pequena ladra de livros lhe escapa, a Morte afeiçoa-se à menina e rastreia suas pegadas de 1939 a 1943. Traços de uma sobrevivente – a mãe comunista, perseguida pelo nazismo, envia Liesel e o irmão para o subúrbio pobre de uma cidade alemã, onde um casal se dispõe a adotá-los em troca de dinheiro. O garoto morre no trajeto e é enterrado por um coveiro que deixa cair um livro na neve. É o primeiro de uma série que a menina vai surrupiar ao longo dos anos. Essa obra, que ela ainda não sabe ler, é seu único vínculo com a família. Assombrada por pesadelos, ela compensa o medo e a solidão das noites com a cumplicidade do pai adotivo, um pintor de parede bonachão que a ensina a ler. Em tempos de livros incendiados, o gosto de roubá-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. A vida na rua Himmel é a pseudorrealidade criada em torno do culto a Hitler na Segunda Guerra. Ela assiste à eufórica celebração do aniversário do Führer pela vizinhança. Teme a dona da loja da esquina, colaboradora do Terceiro Reich. Faz amizade com um garoto obrigado a integrar a Juventude Hitlerista. E ajuda o pai a esconder no porão um jovem judeu que escreve livros artesanais para contar a sua parte naquela história. A Morte, perplexa diante da violência humana, dá um tom leve e divertido à narrativa desse duro confronto entre a infância perdida e a crueldade do mundo adulto.

Sinopse: Skoob
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“Uma tentativa que é um salto gigantesco de me provar que você e sua existência humana vale a pena”.

Essa frase,  me chamou muita atenção. E é  a partir dela que pude construir, a base para o desenrola de  toda a história, maravilhosamente construída.

O livro tem como narrador a morte, e essa frase,  me chamou muito a atenção, em um cenário, frio, como pano de fundo a guerra. Esse livro parece, ser triste, sombrio, e angustiante.

Mais não  é . A doçura de Liesel Meminger,  Transforma essa história em uma grande e encantadora, e muitas vezes, engraçada.  História que vale muito a pena ler e também assistir o filme. No meu caso assisti o filme antes de ler o livro, e já advirto. O livro é muito, muito, mais incrível.

“Acho que os seres humanos gostam de assistir a uma destruiçãozinha. Castelos de areia, castelos de cartas, é por ai que começam”.

“Não tenha medo. Sou tudo,menos injusta”.

“Não há dúvida de que ela era uma roubadora de livros,mas isso não queria dizer que não devesse ter modos. Não significava que não pudesse ser educada”.

“Como era apropriado que descobrisse o poder das palavras!

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O que Liesel, me ensinou. sobre a vida é que independente do contexto em que vivemos os livros serão  sempre, um belo e encantador refugio. O primeiro livro de Liesel foi o manual do coveiro. Quando Liesel e seu irmão estavam viajando para Munique, onde seriam entregues aos pais adotivos o  irmão caçula, Werner  morreu.  No enterro do irmão Liesel ficou  de  joelhos diante da cova  em meio a neve cavando com as mãos tentando tirar o irmão de lá. A mãe ver o desespero na filha e a pega pelas mãos para  ir embora do cemitério.   Liesel percebeu  no meio na neve algo  preto e retangular levada pela curiosidade, ela  se curvou e pegou o objeto esse foi o primeiro furto da roubadora de livros.

A menina seguiu viagem até chegar a Rua Himmel. O novo endereço seu, novo mundo . Ela agora é a  filha dos Hubermann. Rosa e Hans  Hubermann. Rosa é uma mulher de gênio forte mais no fundo tinha um bom coração. Já Hans, é o oposto na esposa, doce e paciente. Rosa lavava roupa para fora, Hans era pintor, e  todas as noites gosta de tocar acordeão. O casal,é  pobre, mas generosos o suficiente para adotar duas crianças, porém só a menina chegou a casa dos Hubermann.

Rudy Steiner. O o vizinho, melhor amigo de Liesel. Companheiro para todas as horas. Um detalhe sobre ele  (vivia sempre com fome). Esses dos vão viver uma linda amizade e se depender de Rudy, será algo muito além da amizade.

“Mais uma prova de como o ser humano é contraditório. Um punhado de bem, um punhado de mal. É só misturar com água”.

“Os seres humanos me assombram”

A menina que roubava livros, se refugiava no porão, de sua casa, para encontrar nas palavras, o encanto, a emoção, e o prazer.em uma época de guerra, fome e medo.

Do encanto que as palavras a proporciona, uma linda amizade, com o amigo, Rudy. O amor incondicional do pai adotivo. E da dedicação, apesar de ser rude e carrancuda, da mãe adotiva. Liesel. Passa por  muitos momentos lindos, outros traumáticos. Uma história inesquecível, um dos melhores , livros que já li.

O grande, feito do escritor, ao escrever, está história. É o fato de ser narrada pela morte, que se impressiona, diante do jeito, extraordinário, que Liesel, vive dia, após dia. Em meio a tantas adversidades. Resumindo a morte se encantou pelo jeito de viver de Liesel

Por Bia Oliveira

Indico o filme . É maravilhoso.

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A Elite (Resenha)

A Elite

Seis garotas e uma coroa

A Seleção # 2

Kiera Cass

ISBN-13: 9788565765121
ISBN-10: 8565765121
Ano: 2012 / Páginas: 360
Idioma: português
Editora: Seguinte

Envolvente, sedutor, arrebatador, irresistível!

A disputa pela coroa continua!

A Seleção começou com 35 garotas. Agora restam apenas seis, e a competição para ganhar o coração do príncipe Maxon está acirrada como nunca. Quanto mais America se aproxima da coroa, mais se sente confusa. Os momentos que passa com Maxon parecem um conto de fadas. Mas sempre que vê seu ex-namorado Aspen no palácio, trabalhando como guarda e se esforçando para protegê-la, ela sente que é nele que está o seu conforto. America precisa de mais tempo. Mas, enquanto ela está às voltas com o seu futuro, perdida em sua indecisão, o resto da Elite sabe exatamente o que quer e ela está prestes a perder sua chance de escolher.

Sinopse: Skoob

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Era impossível. Eu tinha que escolher. Aspen ou Maxon? Mas como decidir entre duas boas opções? Como decidir se qualquer escolha deixaria parte de mim destruída?

Quando estava lendo, “A Elite”  e vendo que America, está cada vez mais confusa, entre:  Aspen ou Maxon. Mas as dúvidas de America vão além, de escolher, um amor. Também, está em jogo sua vida, que poderá mudar da água para o vinho.

Se America fosse apenas uma moça fútil, como a  Celeste.Uma das concorrestes.  Isso não teria nenhum  problema. Mas America têm  valores, e princípios, e coroa nenhuma, faria ela abrir não disso.

“Eu era uma cinco ou uma três? Ao final de tudo isso, seria uma Dois ou Um? Viveria o resto dos meus dias como esposa de um saldado ou de um rei? Passaria para o segundo plano, onde sempre me sentiria confortável, ou forçaria meu caminho até os holofotes, que sempre temera? Eu seria feliz nas duas situações? Conseguiria não odiar a pessoa que Maxon escolhesse se eu ficasse com Aspen? Conseguiria não odiar a pessoa que Aspen escolhesse caso eu ficasse com Maxon?”  Pg 175

 

Em A Elite, muitos temas são abordados, o coração de America dividido. Os ataques ao palácio, que são mais frequentes. Isso da um gostinho de aventura, e uma adrenalina a mais.   Mas, deste livro os podres do poder, são descobertos, Illéa, é construída a base de corrupção, submissão e abuso de poder, coisas não muito distante na nossa realidade.  Isso, aflora em America o desejo de justiça e igualdade, social. Ser a escolhida não bastava para ela, isso teria que trazer algum beneficio. Para os de casta inferior. Mas fazer alguma mudança será algo muito, mais muito difícil.

Desde de  A Seleção, eu prefiro Aspen, a Maxon. Aspen tem um coração de príncipe, e casta de plebeu, sempre honesto, fiel e super,apaixonado e fara de tudo para defender a mulher amada. Tudo que mais quero desta trilogia é ver Aspen, sendo muito feliz, com alguém. Sempre que os rebeldes invadem o castelo, meu único medo é que Aspen seja ferido ou até morto. Se isso acontecer vou sofrer muito.

Maxon por sua vez, é lindinho inexperiente, tanto com mulheres, quanto com a responsabilidade, que o espera. Sempre  tendo muito a esconder, por mais que quisesse ser sincero com America.

 

Mas nunca devemos julgar um personagem até terminar de ler, o livro. Maxon se redimiu, a duras penas, por toda confusão, que causou  a pobre, e confusa America. E também a nós pobres leitoras kkk.

 

Sabe aquele ditado: ” Nunca mexa com uma mulher ferida” . Isso é tão a América. 

 

 

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Maxon, enfim  delatou coisas inimagináveis, a America, ela pode entender o porque, de muitas coisas, os prós e os contras de ser um príncipe. E o quanto ele também é refém da própria, hierarquia.

Para terminar. . Sem tirar os méritos de “A Seleção” A Elite é gradativamente melhor que A Seleção, até porque é isso que se espera de uma trilogia, que o próximo supere o anterior. Para que a história, não fique cansativa.

 

Sem deixar de ressaltar, que Kiera Cass mostra que pode sim contar uma linda história de amor, usando uma linguagem, apropriada, para menores. Sem deixar de empolgar e envolver apaixonadamente os leitores mais experientes.

Sem preconceito. A seleção é para todas as idades.

Por Bia Oliveira

A Seleção ( Resenha)

A Seleção

ISBN-13: 9788565765251
ISBN-10: 8565765253
Ano: 2012 / Páginas: 368
Idioma: português
Editora: Seguinte


A Seleção – Para trinta e cinco garotas, a Seleção é a chance de uma vida. Num futuro em que os Estados Unidos deram lugar ao Estado Americano da China e mais recentemente a Illéa, um país jovem com uma sociedade dividida em castas, a competição que reúne moças de dezesseis e vinte anos de todas as partes para decidir quem se casará com o príncipe é a oportunidade de escapar de uma realidade imposta a elas ainda no berço. É a chance de ser alçada de um mundo de possibilidades reduzidas para um mundo de vestidos deslumbrantes e joias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha.
Para America Singer, no entanto, uma artista da casta Cinco, estar entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás Aspen, o rapaz que realmente ama e que está uma casta abaixo dela. Significa abandonar sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes.
Então America conhece pessoalmente o príncipe. Bondoso, educado, engraçado e muito, muito charmoso, Maxon não é nada do que se poderia esperar. Eles formam uma aliança, e, aos poucos, America começa a refletir sobre tudo o que tinha planejado para si mesma e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada comparada ao futuro que ela nunca tinha ousado imaginar.

Fonte Skoob

O que faz deste romance, algo tão especial, que,  esta encantando o mundo? Porque,  este não é mais um corriqueiro triângulo amoroso. America, Aspen e Maxon. Vivem em  um país fictício, onde existem regras muito, rigorosas. Castas que vai de 1 a 10.
As regras, consistem, em toque de recolher a partir da meia-noite. As regras eram rígidas.  A casta é o que mais me tocou nesta história. Pobreza, e descriminação.
A casta é sempre determinada, pelo homem ex: se uma moça da casta 5, (que é de nível, moderado) casa-se com um rapaz da casta 6 ela imediatamente, passa a pertencer a casta 6. quem tem um modo de vida um pouco mais difícil.Se um casal de castas diferentes resolvem  casar, tem um longo processo, burocrático, de uns 90 dias isso, é feito para que o casal até possa desistir, de casar.

É raro ver uma história, tão simples de reflexão tão profunda. onde jovens tem que trabalhar desde muito cedo para contribuir, financeiramente em casa. Mas tudo isso passa longe de ser uma história triste, diria que ela, nós ajuda a refletir sobre, como devemos dar valor a tudo que temos.

 
America e Aspen.

America, namora, Aspen, é uma namoro as escondidas. Mas, com planos de torna-lo público. Mas não seria fácil, assumir publicamente. Aspen, pertence a casta seis,  e normalmente, um rapaz da casta, seis, raramente era aceito.  Se por uma parte fosse aceito pela moça, não seria aceito pelos pais dela.

“Fiquei acordada mais um pouco, pensando em Aspen e no quanto eu o amava e me sentia amada por ele. Era uma sensação especial, insubstituível, que não tinha preço. Nenhuma rainha no trono poderia se sentir mais importante que eu”. pg 25  


Aspen: É  o garoto mais bonito da cidade.   Entre todas as castas. Moreno  de olhos olhos verdes e um sorriso que fazia você pensar que ele estava escondendo alguma coisa. Alto mas não alto demais. Magro, mas não magro demais.

America, é uma moça simples, que sonhava ardentemente, viver para sempre ao lado do amado. Aspen,mesmo sabendo que sua vida iria ser um pouco mais difícil, financeiramente, já que ela iria ser uma seis. Mas isso não, a deixava em momento,algum  com medo do futuro.

Aspen é  um bom rapaz, que trabalha muito, e come  muito pouco. America, sempre que vai  se encontrar com Aspen, na casa da árvore, leva, algo pra ele comer. America, também adora cantar para ele, e Aspen,sempre a presenteia  a com uma moeda. Gestos simples, que fazem  desse amor, algo forte e encantador.

America, deseja, e precisa de muito, pouco, para ser feliz. Aspen, tinha medo, do futuro, sabia que podia, dar, para sua amada, menos do que gostaria, ou até menos que o necessário, o que ele tinha de fartura era apenas e não menos necessário, o  amor.

Aspen e America,um casal onde a  química,rola solta,  ás vezes fica, muito difícil, conter, os impulsos…Não ter  intimidades antes do casamento, também é uma regra. Mas não era só, nesse aspecto, que eles se entrosavam. Eles adoram a família, se esforçam , ao máximo , para ajudar,  em casa.

-America Singer, um dia você vai dormir nos meus braços todas as noites. E acordar todas as manhãs com meus beijos. E algo mais. 

Algo que particularmente, amei neste livro.Pois  ressalta, o valor da família, e garanto que muitos jovens vai, se identificar, com Aspen e America.  Pois essa também é a realidade no nosso país.

 

A seleção

Fazer parte da seleção, nunca, foi o sonho de America. O coração dela, estava dividido, não queria de modo algum, ficar longe de Aspen. Mas a seleção seria, muito proveitoso, para sua família, as selecionadas, enquanto estivessem confinadas, do castelo, a família, de cada uma delas receberiam, um chegue, com um bom valor em dinheiro.
Tudo ia as mil maravilhas, mas havia outro boy  mágia na parada…

América sempre que via Maxon pela TV, o desprezava, tinha uma declarada, antipatia, por ele. Quando, surgiu, a seleção, especialmente, e insistentemente, a mãe da America, não se cansava de insistir, para a filha, fazer a inscrição.Outra pessoa que tanto insistia, era a irmã da America,  May,  uma menina,  apaixonante. Que sonhava em ver a irmã sendo princesa, de Illéa, pois ela já era a princesa no coração de May. América e May tinham uma ligação muito forte.

 “Não queria ser da realeza.Não queria ser Um. Não queria nem tentar”.

America, relutou, o quanto pode, Aspen, também, apesar de  não querer se afasta dela,  pediu, para a amada, fazer a inscrição, era uma indiscutível, oportunidade, para melhorar a renda familiar, por algum tempo.

America, enfim fez a inscrição, e felizmente, foi selecionada,a única coisa que fez ela torcer para  ser selecionada, é a ajuda que irá proporcionar, para a família.  Mas  America, tinha em seu coração outra grande razão para fugir da sua vida cotiniana. Infelizmente,   um desentendimento entre ela e Aspen.  Era uma doida, e secreta razão, para America, esta encorajada para concorrer a uma vaga entre ás 35 garotas a ser selecionadas, para uma delas ser a  escolhida de Maxon.

A ruivinha fez um baita sucesso, quando seu rosto apareceu, na TV como uma das 35 garotas selecionadas. Chamou a atenção, especialmente, por ser ruiva, embora também fosse muito bonita.
Sua simplicidade chamou muito a atenção. Pois em meio a luxo, vestidos deslumbrantes, e joias, maravilhosas. America, sempre escolhia, as roubas mais simples e na maioria das vezes, não usava nenhuma joia.

America e Maxon se conheceram de forma inesperada, e desagradável, totalmente fora do contexto, da qual as selecionadas, deveriam conhecer o príncipe. America, é bem humorada e sincera, mais do que deveria. Enfim ela estava ali pelo dinheiro, não queria fazer tipo, para conquista o príncipe.

Algo que fez a ruivinha desejar, ficar no palácio, o  maior tempo possível são as deliciosas, comidas, sem falar na sobre mesa. Por conta disso ela pediu para as costureiras, na próxima, vez alargarem um pouco, os próximos, vestidos que ela iria usar.  na hora das refeições.

Seu jeito espontâneo de ser chamou a atenção de Maxon. Uma ponta  de inveja, surgiu  em algumas candidatas.   Muitas,selecionadas  se esforçavam, para chamar, a atenção,de  Maxon. America fazia o posto.

“Experiência do príncipe com mulheres parecia ser muito grande e, ao mesmo tempo, muito pequena. Ele era um cavalheiro, mas quando chegava perto de uma mulher não sabia nem o que fazer, Era como se soubesse tratar uma dama, mas não uma namorada. Bem diferente de Aspen”.

Quando, America abriu o coração para Maxon. Maxon também, abriu o coração para America, e quando se encontravam para conversar, não era um príncipe e  uma selecionada que conversavam eram dois amigos e confidentes….
 

“Uma pessoa  que eu, pensava ninguém poder amar. E, embora não se paracesse, nem um pouco com a pessoa que eu tinha amado, ele era digno de passar a vida ao lado de alguém que o amasse. 
Maxon Schreave é a síntese de todas as coisas boas . Será um rei fenomenal.”  

A convivência, entre America e Maxon. Ficou  cada vez mais intensa, e sincera, Maxon, que pretendia,encontrar, uma esposa, através da seleção. Estava, achando, que ali entre tantas, estava o amor da sua vida.

“Não quero me apressar e tentar ser feliz com qualquer uma. Só…só quero saber se é possível…”

Se será possível, essa tal felicidade?  Maxon terá que desbancar um certo plebeu, Chamado Aspen, do coração, na ruivinha. America.


“Só conseguia focar Maxon, com uma expressão bela e maravilhada, que logo se converteu em um sorriso. Um sorriso para mim e mais ninguém…


Ser, a única no meio de uma multidão de garotas, a ganhar um sorriso do príncipeisso é algo maravilhoso.

Se você gosta de histórias, que nos lembra um  conto de fadas, com uma linguagem,que beira a  inocência. você vai amar. Essa coleção. que encanta leitores de 8 a 80 anos.

Até a próxima ! bjs 

por : Bia Oliveira

Anna e o beijo Francês (resenha)

Anna e o Beijo Francês

Anna, Lola e Isla # 1

Stephanie Perkins

Anna Oliphant tem grandes planos para seu último ano em Atlanta: sair com sua melhor amiga, Bridgette, e flertar com seus colegas no Midtown Royal 14 multiplex. Então ela não fica muito feliz quando o pai a envia para um internato em Paris. No entanto, as coisas começam a melhorar quando ela conhece Étienne St. Clair, um lindo garoto -que tem namorada.Ele e Anna a se tornam amigos mais próximos e as coisas ficam infinitamente mais complicadas. Anna vai conseguir um beijo francês? Ou algumas coisas não estão destinadas a acontecer?

Sinopse: Skoob
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Olá leitores! Trago desta vez uma resenha sobre o livro “Anna e o beijo francês”. Vamos lá. primeiro achei o nome bem interessante, amo Paris, e nem sei o porque. Anna e o beijo francês é o tipo de livro. Que gosto de recomendar dizendo, que é uma história tipo sessão da tarde. E quando digo isso, não estou criticando, estou dizendo, que é um romance leve, com conflitos,dúvidas e emoções de uma adolescente. Mas é uma boa leitura, sim. Até porque as vezes é bom terminar,de ler  um livro sem ter que derramar um vale de lágrimas. Ou talvez você até chore. Particularmente, eu nunca chorei lendo um livro. insensível? talvez, ou apenas, tenho um jeito particular, de interpretar, as histórias triste. Gosto de refletir sobre elas de forma positiva. E tirar alguma lição. Porém não é o caso desta história.

Anna Oliphant uma garota de dezesseis mora em   Atlanta   com a mãe e o irmão  caçula,  (Sean) que ela ama e protege muito.
anos. O pai é  escritor,  está fazendo muito sucesso, dois de seus livros foram adaptados para o cinema. Anna odeia os livros do pai, ela não é rebelde, apenas, não faz o gênero dela. Seu sonho é ser critica de cinema. Os pais de Anna são divorciados, ela mora em

O pai de Anna por está tendo um bom rendimento financeiro, com os livros e os filmes. Decide mandar Anna estudar por um ano em  em uma escola para norte-americanos.  em Paris. Ela não gosta muito, desta ideia mas acaba aceitando.
Já no colégio, Anna se sente muito triste, sente falta dos pais, do irmão e de sua melhor amiga (Bridgette)  . Sem falar já falando do “Quase” namorado (Toph )que ela teve que deixar para trás.

“Há poucas coisas piores do que ter sentimentos por alguém que você não deveria, e eu não gosto onde meus pensamentos estavam  indo”.

Após algumas horas de depre, Anna conhece, uma estudante veterana Meredith, depois conhece, Étienne St. Clair filho de um francês com uma estadunidense que cresceu em Londres (sotaque britânico).

Étienne, é mais conhecido por: St Clair, ele é o garoto mais cobiçado do pedaço. Sabe aquele  cara perfeito, lindo, atencioso, gentil, assim é  St. Clair. Porém tem apenas um único defeito é comprometido.

“É  possível que um lar seja uma pessoa e não um lugar?”

Ele se torna, o guia turístico, de Anna, em, Paris. A ajuda, dos primeiros dias Anna, a ler o cardápiono refeitório do colégio.Ajuda também nas  tarefas em francês… St. Clair é o tipo de rapaz, que qualquer uma pode se apaixonar, por ele, de graça. Porém Anna, se pega pensando do seu quase namorado,  (Toph ). E St Clair. Será que por trás, de tanta gentileza do rapaz existe um interesse a mais? ou será que Anna está confundindo, um pouco as coisas? afinal ela está longe de todas as pessoas que ela ama. E  será compreensível, se sentir carente.

Como sempre falo quase demais, mas nunca o suficiente para revelar o final!!   Bjs até a próxima!

Boa Leitura !!!!!!!!!

Por Bia Oliveira

Sobre a autora:

STEPHANIE PERKINS

Stephanie PerkinsStephanie Perkins (www.stephanieperkins.com) sempre trabalhou com livros – primeiro como vendedora, depois como bibliotecária e agora como romancista. Adora café moca, contos de fadas, música alta, caminhadas na vizinhança, chá de jasmim e tirar sonecas à tarde. E beijar. Stephanie e seu marido moram nas montanhas do norte da Califórnia.

perfil da autora: Novo Conceito