Armadilhas da Mente (Resenha)

Armadilhas da mente

Augusto Cury

ISBN-13: 9788580411614
ISBN-10: 8580411610
Ano: 2013 / Páginas: 270
Idioma: português
Editora: Arqueiro
Camille é mulher bela, rica e brilhante, capaz de deixar as pessoas impressionadas com sua habilidade de debater e argumentar. Mas seus diplomas e seu intelecto não foram suficientes para evitar que se tornasse vítima de suas próprias emoções.

Casada com o banqueiro Marco Túlio, Camille sempre foi fechada em seu próprio mundo.Crítica, obsessiva, pessimista, não gostava de ser confrontada e não se curvava diante de ninguém, nem de psiquiatras ou psicólogos. Não concluía nenhum tratamento.

Vendo a depressão, as manias e as fobias de sua esposa se agravarem, Marco Túlio resolve comprar uma linda fazenda para que ela possa se afastar do estresse da cidade, respirar ar puro, se reconectar com a natureza e, quem sabe, com ela mesma.

Mesmo assim, transtornos mentais a impedem de sair de casa e pesadelos constantes não a deixam dormir. Enclausurada em sua própria mente, Camille piora a olhos vistos.
A reviravolta, porém, muitas vezes começa onde menos se espera. Quando conhece o excêntrico jardineiro da fazenda, Camille se surpreende com sua inteligência e, ao interagir com ele, a alegria volta pouco a pouco ao seu coração.

Em seguida entra na sua vida o sábio e instigante psiquiatra Marco Polo, que a estimula a superar os conflitos e procurar um personagem que deixara pelo caminho: ela mesma. Camille terá que aprender a se perdoar e a compreender pessoas “imperdoáveis”.

Profundo e emocionante, Armadilhas da mente é uma aula de filosofia e psicologia, que mostra que os labirintos da psique humana são bem mais complexos do que qualquer um de nós é capaz de imaginar.

Sinopse: Skoob


Olá amigos !!!
Tenho, novidades. o livro Armadilhas da mente de Augusto Cury. Um dos meus escritores favoritos, após, já ter lido o 14° livro do autor, reafirmo a minha admiração e paixão, pelos livros do Augusto Cury. É maravilhoso, quando você, já conhece a linguagem do autor, que em um dado momento até pode parecer, repetitivo e mesmo assim, o autor, consegue, te prender e te surpreender,como se você tivesse, lendo o primeiro livro.

Minha experiência, literária, me leva a questionar, que não devemos, julgar um livro, por uma resenha. Claro que as resenhas tem seu valor, por isso, este blog existe. Mas não basta, a resenha, pela resenha, livro é semelhante a música, tem que haver identificação  com o estilo, e gosto de cada leitor. Porém conhecer, um livro, é mais difícil, do que ouvir música. Livro leva tempo para ser lido…  depois de tanto blá, blá, blá… O que realmente quero dizer é que, se você quiser ler algum livro do Augusto Cury, você terá que gostar, de filosofia, ter curiosidade, sobre pedagogia, psicologia e etc.

Este é o segundo romance do escritor. Romance: é um linguagem literária, que se aplica a uma história, que tem começo meio e fim. Não necessariamente, é  uma história de amor. Porém tanto Armadilhas da Mente, Quanto o futuro da Humanidade. são  romances  tanto, como figura de linguagem, tanto como são duas lindas histórias de amor.

Em Armadilhas da Mente a história se passa entre o casal Camille e Marco Túlio. Marco Túlio é um ocupado, e rico, banqueiro. Camille, uma intelectual, escritora dona  de  uma inteligência, admirável. A história, aborda temas como qualidade de vida, sobre a difícil, convivência, de casais que não tem tempo, para uma vida com pequenos prazeres diários. Tipo um casal  trabalha um ano inteiro, para juntar dinheiro e poder fazer a viagem dos sonhos, mas quanto tempo juntos teve que ser sacrificado, para que se trabalhasse, para fazer essa viagem? “Sacrificamos o presente, para construir o incerto futuro, que talvez, nem chegue a ser vivido”. ( filosofei, efeito colateral deste livro). Marco Polo. personagem, no livro O futuro da Humanidade, reaparece, nesta história o psiquiatra, que irá ajudar Camille a reconstruir, a sua história reeditando seus traumas. Em seus livro Cury, aborda de maneira sutil sua teoria  da inteligência Multifocal. Mas não se assuste, isso não irá deixar de emocionar, e de te surpreender. A leitura é muito boa desde que você se sinta atraído, por tal assunto. Mas em muitos momentos a gente pode sim se identificar, com alguma, dor ou trauma da personagem, os personagens são fictícios,mas os acontecimentos e traumas, são bem reais, já que a maior fonte de inspiração do autor são suas. mais de 20 mil sessões de psicoterapia e consultas psiquiátricas.

Camille é uma mulher rica inteligentíssima, porém com muitos transtornos, e usa sua inteligência, para se defender, de muitos especialistas, que sem sucesso, atende a intelectual. Até que ela sai da cidade grande e vai morar em uma linda fazenda: A fazenda monte belo.

Na Fazenda  Camille conhece,o  humilde e simpático, jardineiro: Zé do não, ou Zenão. Zenão tem este apelido, porque durante um período, de sua vida, era um homem negativo, que não tinha nem uma razão pra viver, assim como Camille teve seus traumas, perdas e dores. Mas graças ao amigo e  doutor Marco Polo, conseguir transformar sua vida, pra melhor. Marco Polo, por indicação, do Zenão, ao marido de Camille, pede para que Marco Polo, atenda sua esposa. O doutor aceita o desafio, quase impossível, e chega, de madeira muito cuidadosa e despretensiosa, na fazenda, Belo Monte. Pela primeira vez Camille encontra, alguém que não resume ela a seus traumas, mas que a ajuda, a vencer seus traumas, usando, a sua melhor arma, a inteligência.

 “Não há mentes impenetráveis, apenas chaves erradas” (Augusto Cury)

Mas Zenão  tinha em comum com a doutora Camille, a a filosofia.  Ele também conhecia, um pouco de filosofia, mas para preconceituosa, escritora, um simples e feliz jardineiro conhecer um pouco de filosofia, já era algo extremamente, espantoso.

Esse, especial personagem irá transformar todo, preconceito, que Camille, tem sobre ele, em uma lida e frutuosa admiração. Camille passa por uma transformação, em sua emoção e   resgata, seus mais preciosos tesouros, os quais dinheiro nenhum  pode comprar. A satisfação de uma felicidade, alicerçada, no perdão, na compreensão e no amor.

Em breve estarei postando frases deste mesmo livro. Bjs e até logo

OBS: Neste livro, muitos filósofos foram
mencionados: Heme, Kant, Husserl, Hegel,Camille Claudel, Voltare, Nietzsche, Arthur Schopenhauer, Sigmund Freud, Jean-Jaques Rousseau entre outros.

Por Bia Oliveira


Sobre o Autor

O escritor mais lido da década. Livros publicados em mais de 70 países!
Ao longo de 25 anos de carreira, atuando como psiquiatra, pesquisador e escritor, o Dr. Augusto Cury alcançou o reconhecimento nacional e internacional, tornando-se o autor mais lido da última década, de acordo com o jornal Folha de S. Paulo e revista Veja. Seus livros são publicados em mais de 60 países. Recebeu o prêmio de melhor ficção do ano de 2009 da Academia Chinesa de Literatura, pelo livro – O Vendedor de Sonhos – que em 2015 será lançado como filme nos cinemas. Dr. Augusto Cury é autor da teoria Inteligência Multifocal, que analisa o processo de construção dos pensamentos, sendo um dos poucos pensadores vivos cuja teoria é estudada em cursos de mestrado e doutorado nos EUA, Europa e Brasil.

Fonte:  http://grupoaugustocury.com.br/

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Anna e o beijo Francês (resenha)

Anna e o Beijo Francês

Anna, Lola e Isla # 1

Stephanie Perkins

Anna Oliphant tem grandes planos para seu último ano em Atlanta: sair com sua melhor amiga, Bridgette, e flertar com seus colegas no Midtown Royal 14 multiplex. Então ela não fica muito feliz quando o pai a envia para um internato em Paris. No entanto, as coisas começam a melhorar quando ela conhece Étienne St. Clair, um lindo garoto -que tem namorada.Ele e Anna a se tornam amigos mais próximos e as coisas ficam infinitamente mais complicadas. Anna vai conseguir um beijo francês? Ou algumas coisas não estão destinadas a acontecer?

Sinopse: Skoob
anna

Olá leitores! Trago desta vez uma resenha sobre o livro “Anna e o beijo francês”. Vamos lá. primeiro achei o nome bem interessante, amo Paris, e nem sei o porque. Anna e o beijo francês é o tipo de livro. Que gosto de recomendar dizendo, que é uma história tipo sessão da tarde. E quando digo isso, não estou criticando, estou dizendo, que é um romance leve, com conflitos,dúvidas e emoções de uma adolescente. Mas é uma boa leitura, sim. Até porque as vezes é bom terminar,de ler  um livro sem ter que derramar um vale de lágrimas. Ou talvez você até chore. Particularmente, eu nunca chorei lendo um livro. insensível? talvez, ou apenas, tenho um jeito particular, de interpretar, as histórias triste. Gosto de refletir sobre elas de forma positiva. E tirar alguma lição. Porém não é o caso desta história.

Anna Oliphant uma garota de dezesseis mora em   Atlanta   com a mãe e o irmão  caçula,  (Sean) que ela ama e protege muito.
anos. O pai é  escritor,  está fazendo muito sucesso, dois de seus livros foram adaptados para o cinema. Anna odeia os livros do pai, ela não é rebelde, apenas, não faz o gênero dela. Seu sonho é ser critica de cinema. Os pais de Anna são divorciados, ela mora em

O pai de Anna por está tendo um bom rendimento financeiro, com os livros e os filmes. Decide mandar Anna estudar por um ano em  em uma escola para norte-americanos.  em Paris. Ela não gosta muito, desta ideia mas acaba aceitando.
Já no colégio, Anna se sente muito triste, sente falta dos pais, do irmão e de sua melhor amiga (Bridgette)  . Sem falar já falando do “Quase” namorado (Toph )que ela teve que deixar para trás.

“Há poucas coisas piores do que ter sentimentos por alguém que você não deveria, e eu não gosto onde meus pensamentos estavam  indo”.

Após algumas horas de depre, Anna conhece, uma estudante veterana Meredith, depois conhece, Étienne St. Clair filho de um francês com uma estadunidense que cresceu em Londres (sotaque britânico).

Étienne, é mais conhecido por: St Clair, ele é o garoto mais cobiçado do pedaço. Sabe aquele  cara perfeito, lindo, atencioso, gentil, assim é  St. Clair. Porém tem apenas um único defeito é comprometido.

“É  possível que um lar seja uma pessoa e não um lugar?”

Ele se torna, o guia turístico, de Anna, em, Paris. A ajuda, dos primeiros dias Anna, a ler o cardápiono refeitório do colégio.Ajuda também nas  tarefas em francês… St. Clair é o tipo de rapaz, que qualquer uma pode se apaixonar, por ele, de graça. Porém Anna, se pega pensando do seu quase namorado,  (Toph ). E St Clair. Será que por trás, de tanta gentileza do rapaz existe um interesse a mais? ou será que Anna está confundindo, um pouco as coisas? afinal ela está longe de todas as pessoas que ela ama. E  será compreensível, se sentir carente.

Como sempre falo quase demais, mas nunca o suficiente para revelar o final!!   Bjs até a próxima!

Boa Leitura !!!!!!!!!

Por Bia Oliveira

Sobre a autora:

STEPHANIE PERKINS

Stephanie PerkinsStephanie Perkins (www.stephanieperkins.com) sempre trabalhou com livros – primeiro como vendedora, depois como bibliotecária e agora como romancista. Adora café moca, contos de fadas, música alta, caminhadas na vizinhança, chá de jasmim e tirar sonecas à tarde. E beijar. Stephanie e seu marido moram nas montanhas do norte da Califórnia.

perfil da autora: Novo Conceito

A última carta de amor (Resenha)

A Última Carta de Amor Jojo Moyes
ISBN-13: 9788580571738
ISBN-10: 8580571731
Ano: 2012 / Páginas: 384
Idioma: português
Editora: Intrínseca

Londres, 1960. Ao acordar em um hospital após um acidente de carro, Jennifer Stirling não consegue se lembrar de nada. Novamente em casa, com o marido, ela tenta sem sucesso recuperar a memória de sua antiga vida. Por mais que todos à sua volta pareçam atenciosos e amáveis, Jennifer sente que alguma coisa está faltando. É então que ela descobre uma série de cartas de amor escondidas, endereçadas a ela e assinadas apenas por “B”, e percebe que não só estava vivendo um romance fora do casamento como também parecia disposta a arriscar tudo para ficar com seu amante.

Quatro décadas depois, a jornalista Ellie Haworth encontra uma dessas cartas endereçadas a Jennifer durante uma pesquisa nos arquivos do jornal em que trabalha. Obcecada pela ideia de reunir os protagonistas desse amor proibido — em parte por estar ela mesma envolvida com um homem casado —, Ellie começa a procurar por “B”, e nem desconfia que, ao fazer isso, talvez encontre uma solução para os problemas de seu próprio relacionamento.

Com personagens realísticos complexos e uma trama bem-elaborada, A última carta de amor entrelaça as histórias de paixão, adultério e perda de Ellie e Jennifer. Um livro comovente e irremediavelmente romântico.

Sinopse: Skoob

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Eu sempre ao falar dos livros, que leio aqui no blog, na maioria deles  faço elogios. O que
sempre prevalece independente de qualquer coisa, é o fato de eu sempre, compro meus livros e por ter pouco dindin, sou bem cautelosa na escolha de cada livro. A dois anos comprei meu primeiro livro da Jojo Moyes. O único que comprei até agora pela net. E foi um tiro certeiro, adorei o livro, “COMO EU ERA ANTES DE VOCÊ”. Como a Jojo me conquistou com o primeiro livro, dela que li, tive muita vontade de ler outros dela, em especial o: “A ÚLTIMA CARTA DE AMOR”. Primeiro porque achei a capa linda, tipo super romântica. E desta vez julguei o livro pela capa e acertei, no julgamento. O livro tem uma  linda, história de amor. Que tem inicio década de 1960.

Ellie Haworth. É jornalista no Nation. E sua redatora chefe, pede para ser feita uma matéria sobre o comportamento feminino, parti de cinquenta anos atrás.Ellie pega no arquivo do jornal matérias antigas para lhe servir de inspiração para sua matéria. Ellie pega um envelope que lhe chama a atenção, ao retirar o papel do envelope ela se depara com  uma carta, extremamente romântica. Uma carta onde o emissor, escreve lindas e apaixonadas palavras a sua amada, e logo Ellie se dar conta de que se trata de uma amor proibido. O Emissor da carta pede para ela abandonar tudo e ir viver com ele. “Saiba que você tem meu coração, minhas esperanças em suas mãos”, (última frase da carta).

Ellie se emociona. Acima de tudo, porque ela se identifica, com os apaixonas da história, que ela nem sabe quem são. Ellie está tendo um caso com um escritor, a um ano. E apesar dele ser um escritor de sucesso, suas mensagens para Ellie, são torpedos que na maioria das vezes ela tem que decifrar o significado.
” Ligação complicada de casa. Dublin semana que vem mas ainda não sei direito quais são os planos. Até. Bjs

Por essa mensagem da pra sacar  que John, o famoso escritor é casado.As amigas da jovens, jornalista, não cansam de aconselhar a amiga a sair deste relacionamento. Ellie decide investigar, sobre a carta de amor que tanto a impactou, seu objetivo é descobrir o qual o desfecho, de uma história de amor. Depois de   quarenta anos. Ao passo que a jovem jornalista vai descobrindo, detalhes sobre esta história de amor, ela começa a ver seu relacionamento, com outros olhos e se questionando se vale apena continuar com o romance.  As pistas que ela tem, são:  que a carta foi enviada para caixa postal 13 em Londres. E que a carta foi assinada por B.

“Quando você me olhava com aqueles seus olhos ilimitados, deliquescentes, eu me perguntava o que você podia ver em mim?  Agora sei que isso é uma visão tola do amor. Você e eu não podíamos deixar de nos amar, assim como a terra não pode parar de girar em torno do sol”.

1960 Jennifer, Sofreu um acidente de carro, e entre algumas sequelas, perdeu a memória. Não lembra de nada do que aconteceu.E nem sobre seu passado. Depois de alguns dias ela teve alta do hospital. E sempre que pergunta ao esposo, o  milionário Laurence sobre o que aconteceu ele assim como a mãe de Jany desconversa sobre o assunto.

Jany se sente estranha em seu próprio lar, sua mansão, é totalmente desconhecida para ela. A única coisa que a faz se sentir em casa sãos os porta-retratos, espalhados pela casa, é quando ela se dar conta de que realmente aquela casa é dela e que realmente aquele homem, que ela não sente nada por ele é realmente seu esposo.

Jennifer Stirling tentando descobrir que ela realmente é faz uma arrumação do seu quarto, enquanto arruma e tenta lembrar de sua vida ela encontra, uma carta de Amor dirigida para ela. Ela em um primeiro momento fica em choque, Depois encontra mais duas cartas.  E através das cartas descobre, que seu amante conhecia seu esposo. Mais que será este homem? Será que é um dois amigos do seu esposo?

Laurence Stirling esposo de Jannifer é um homem, de negócios, vive viajando. Tem a esposa como um objeto, ao qual ele exibe, ao qual todos elogiam. Mas apesar disso, Jany muitas vezes é humilhada pelo esposo. Em alguns momentos Jannifer, acha que todos os amigos do casal, já perceberam que eles vivem de aparência.

Antony O’Hare  É  jornalista  divorciado, tem um  filho Philippe. Antony é correspondente,internacional, no  jornal Nation. Foi escolhido para fazer uma matéria com o empresário Lourence, em sua casa de veraneio no sul da França. Na Riviera francesa. Anthony relutou o quanto pode para não fazer está matéria. Ele fazia cobertura para o jornal na África. Jantar com milionários, e socialites, não era seu forte. Porém não tendo como se safar teve que ir. O que ele não sabia era que essa viagem mudaria total e definitivamente sua vida.

”Você é a forte de nós dois, a que é capaz de suportar conviver com a possibilidade de um amor como este, e com o fato de que ele jamais nos será permitido”

Entre encontros desencontros, e muitas reviravoltas a história de amor entre Anthony e Jennifer, leva quarenta anos para que todas as, dúvidas, e desentendimentos, sejam esclarecidos. Através, de uma jovem jornalista. Que trabalha no mesmo jornal. que Anthony, trabalhou, a quarenta anos atrás.

No Inicio da leitura tive um pouco de dificuldade. Sobre a questão do tempo, varia de 1960, a quatro anos depois. E que dá um salto até os dias atuais. Também me  pegava de surpresa alguns personagens, que apareciam na história sem precedentes. Mais nunca despreze, um personagem desta história. Jojo consegue, o que poucos escritores conseguem. Escrever uma história, tão amarrada, onde nenhum  paragrafo, se faz desnecessário. História maravilhosamente Surpreendente.

Por Bia Oliveira

Sobre a autora:

jojo_small_portrait_crop-212x300    Jojo Moyes nasceu em 1969 e cresceu em Londres, no Reino Unido. Estudou jornalismo e foi correspondente do jornal The Independent até 2002, quando publicou o seu primeiro romance, S
heltering Rain, foi então que resolveu dedicar-se à escrita.

Fonte: Skoob

Pollyanna (Resenha)

Pollyanna Eleanor H. Porter 

ISBN-13: 9788572327336
ISBN-10: 8572327339
Ano: 2007 / Páginas: 184
Idioma: português
Editora: Martin Claret

A pequena Beldingsville, uma típica cidadezinha do início do século XX na Nova Inglaterra, Estados Unidos, nunca mais seria a mesma depois da chegada de Pollyanna, uma órfã de 11 anos que vai morar com a tia, a irascível e angustiada Polly Harrington. Por influência da menina, de uma hora para outras tudo começa a mudar no lugar. Tia Polly aos poucos torna-se uma pessoa melhor, mais amável, e o mesmo acontece com praticamente todos os que conhecem a garota e seu incrível “Jogo do Contente”. Uma otimista incurável, Pollyana não aceita desculpas para a infelicidade e emprenha-se de corpo e alma em ensinar às pessoas o caminho de superar a tr
isteza.

Sinopse: Skoob
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Olá queridos visitantes do blog! Trago uma dica de leitura, simplesmente, emocionante, para

vocês. Um clássico de 1912. é isso que me fascina na leitura, a capacidade, infinita de nós fazer, se encantar, com algo que outras gerações, leram . O livro “Pollyanna”. Hoje podemos dizer, que não é apenas uma história, infanto-juvenil.Mas uma lição de vida a ser, seguida. Os personagens são fictícios, mais as lições que através deles vamos aprender, irá mudar nossa realidade.

Vivemos em um mundo onde tudo tem um preço. Mas pouca coisa tem valor. Temos muito, mas pouca coisa nos faz feliz. Muitas pessoas ao  passam por momentos difíceis, mesmo depois de superar, ficam a vida inteira, escrava da depressão.

Será que o mundo hoje com suas exigências e problemas,  é bem mais cruel, que o mundo, da geração dos nossos avós? Eu será que somos nós desta geração, que não queremos, viver nenhuma, privação por menor que seja?  Em um mundo onde as informações, nos sufoca, e quase não temos tempo para refletir, e ver o lado bom da vida Pollyanna, nós ensina a jogar o jogo do contente. E enxergar sempre o lado bom em todos os momentos de nossa vida.

 

Pollyanna é ilha de um missionário, que vivia de doações, que a Igreja recebia. Sua mãe Jany era de origem nobre, casou-se a contra gosto, de toda a família, com o missionário, deixando para trás toda riqueza. Pollyanna perdeu  a mãe muito cedo.

Foi o pai da  Pollyanna o reverendo John,  que ensinou, a menina a jogar o jogo do contente, após, Pollyanna ter uma grande decepção. O  sonho da menina era ganhar, uma boneca. O seu pai escreveu, pedindo uma boneca, quando chegou as doações da coleta,  no lugar da boneca veio um par de muletas. Como alguém pode ficar contente, com um par de muletas, quando se quer uma boneca? Pollyanna,  aprendeu a ficar contente pelo fato de não precisar usar muletas. Usando seu próprio exemplo. A menina ensina a todas as pessoas que encontra, esse jogo, com grande sabedoria ela adverte, que quanto mais o jogo fica difícil, mais interessante ficava.E o jogo servia tanto para, ajudar as pessoas, a cura o trauma que tinha do próprio nome. Até  devolver a razão de viver a uma senhora invalida, que a muitos anos vivia trancafiada em um quarto murmurando. Neste caso, a menina, ajudou a mulher, a não ficar pensando apenas do que ela não podia fazer, e sim no que podia. Se as penas estavam doentes, ela deveria ficar contente, pois os braços estavam bons.

 

O jogo ficou bem difícil, pra menina, quando seu pai também faleceu. Pollyanna após a morte do pai, foi  morar com a sua tia Polly uma mulher solitária, de coração duro. Que se via pura e simplesmente, apenas na obrigação, de criar e educa a sobrinha, nada além  disso.  Mesmo do começo de sua convivência não ter sido muito fácil, Pollyanna, encontrou muitas razões, para ficar contente, e ajudou enumeras pessoas a também, encontrar, motivos para ficar, contente.

Polly, tia da Pollyanna, designou a ela muitas, tarefas, para serem cumpridas. Tudo. A , favor da educação, que a tia queria proporcionar a menina. Ouvindo tudo com atenção, Pollyanna, fez uma pergunta: E o meu tempo para viver? Pollyanna mais uma vez, nos ensina, que não só devemos fazer o que nos convém quando se trata dos nossos deveres cotidianos.  Mas isso, nunca deve, nós impedir de viver, momentos de descontração e lazer.

Essa linda história, e seus variados, personagens,  com seus complexos e perdas, nos mostra que através de uma mudança, de fogo que fazemos em relação, a tudo que nos acontece, pode, mudar e muito,o  nosso jeito de viver e enxergar a vida. Pollyana, é um daqueles livro. que nos divide em antes dele e depois dele. Com uma personagem, doce e inocente que  sempre teve muito pouco, na vida suas roupas eram usadas, perdeu os pais ainda pequena. Tudo contribuía, para, que se construisse um  ser humano amargo e triste.    Mas  o que faz a diferença, na vida da personagem, é o ambiente em que se ela foi construida,  onde não faltava, amor,na família

solidariedade, e uma base religiosa. Enfim é um livro que agrega valores, hoje um tanto raro, em um mudo que está sofrendo, uma crise, acima de tudo de valores,  e princípios.

Espero que a resenha tenha despertado seu enternece, para ler este livro. Chaw até breve!

Por Bia Oliveira

 

Sobre a autora:

 

Eleanor H. Porter

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Eleanor Hodgman Porter nasceu em Littleton, New Hampshire em 19 de Dezembro de 1868, a filha de Francis Fletcher Hodgman e Woolson Llewella. Ela se tornou uma excelente cantora, depois de estudar no New England Conservatory of Music, em Boston. Ela se casou co
m John Lyman Porter em 03 de maio de 1892 e começou a escrever histórias curtas, normalmente fixado na Nova Inglaterra, que foram publicadas nas revistas populares e jornais do dia, incluindo Home Companion Mulher e Harper’s Weekly.

Cross Currents (1907) foi sua primeira novela de longa-metragem a ser publicada, seguido por A Volta do Tide (1908) e A História de Marco (1911). Miss Billy (1911) foi seu primeiro sucesso comercial, seguido por decisão Miss Billy (1912) e Miss Billy Casado (1914). No entanto, com a chegada de Pollyanna (1913) Porter ganhou aclamação internacional. O jovem órfã Pollyanna Whittier foi inspiração para meninos e meninas em toda parte com seu otimismo irrefreável e joie de vivre “, a respiração não é só viver!”. “Fico feliz Clubs” brotaram, e o livro foi adaptado para o teatro, televisão e produções tela. Mary Pickford atuou na versão silenciosa de 1920, Hayley Mills na versão 1960.

Pollyanna Grows Up (1915) segue a heroína na Europa com sua tia Polly Dr. Chilton e, ainda mais diante da vida aparente obstáculos intransponíveis. Ela foi seguida por Just David (1916), outra órfã que transforma a vida das pessoas que encontra. The Road to Understanding (1917), Oh, dinheiro! Dinheiro! (1918), Dawn (1919) e Maria Maria (1920) foram os títulos a seguir. Eleanor Hodgman Porter morreu em casa em Cambridge, Massachusetts, em 21 de maio de 1920. Ela está enterrada no Cemitério Mount Auburn de Cambridge, do condado de Middlesex, Massachusetts. “Quem por seus escritos trouxe luz para a vida de milhões”

Obs: Pollyanna têm 19 edições. A capa que vai ilustrar, a resenha é no ano de 2007.

Fonte da biografia e edições do livro: Skoob

Resenha: Cartas Entre Amigos (Sobre medos contemporâneo

Cartas Entre Amigos

Padre Fábio de Melo

iSBN-13: 9788500330599
ISBN-10: 8500330597
Ano: 2009 / Páginas: 240
Idioma: português
Editora: Ediouro

A amizade verdadeira é a excelência moral perfeita, apregoava Aristóteles. O filósofo grego creditava à amizade as razões para entender que ninguém é feliz sozinho. Os amigos encontram-se, descobrem-se e amadurecem juntos. Este livro, que reproduz 18 cartas trocadas entre o educador Gabriel Chalita e o padre Fábio de Melo, registra uma amizade no ápice da maturação. A correspondência aqui apresentada iniciou-se no final de 2008. Na época, Chalita, eleito vereador mais votado do Brasil, preparava-se para assumir seu mandato na cidade de São Paulo. Já o sacerdote enfrentava o fim de uma temporada de 120 shows, na qual seu CD se tornou o mais vendido no país. Num momento atribulado de suas vidas, ambos se deram o direito de parar para escrever. E fizeram mais: escreveram em parceria, o que resultou neste diálogo poético, em que dividem aprendizados de vida com plena generosidade – como só amigos fraternos são capazes de fazer.

Sinopse: Skoob

Olá leitores! Trago pra vocês, algumas frases de um livro, que é meu queridinho, sabe aquele livro, que te aconselha como se fosse um melhor amigo ?  “Cartas entre Amigos” (sobre medos contemporâneos). É um deles pra mim.Vocês que visitam o blog por varias vezes, veem artigos do Gabriel Chalita aqui postados, como também frases dos livros do padre Fábio de Melo. E os acessos as publicações desses dois escritores  é incrível. Bom falando um pouco sobre este livro, é uma livro escrito como já diz o titulo, através de   trocas de correspondências, sobre vários, assuntos, tendo como tema o medo: o medo da morte, da solidão, do fracasso, da inveja, do envelhecimento…

 

Uma das coisa que mais me toca deste livro, é que algumas vezes os autores recorrem a relatos da própria história, para refletir sobre o assunto, correspondente a carta. Isso mostra que não são apenas palavras bonitas e filosóficas, claro que cada um deles têm suas formações acadêmicas, que fazem deles grandes escritores, mas acima da formação, prevalece, a sensibilidade, do ser humano, dois homens que enxergam a dor do outro, como território sagrado. Longe de ser um livro de auto ajuda, esse é um livro escrito entre  amigos que batem um papo, reflexivo sobre suas dores, e aprendizados. Como também relatam histórias de anônimos, de uma forma respeitosa e profunda. Este livro antes de ser impresso no papel foi vivido da carne e gestado no coração de seus autores.  Outro aspecto que gosto muito deste livro, são as citações por eles feita a escritores, e filósofos. Muitas vezes ao ler algumas paginas do livro ia logo da net pesquisar sobre alguns, escritores e filósofos que no livro tinham sidos citados e que me chamou atenção. Isso alarga muito o nosso conhecimento.

Gosto muito de escritores que em seus livros citam os escritores, que são referencia para eles.  Isso serve meio como uma bola de neve meus escritor favorito, que hoje é referencia para mim, tinhaM como referencia tal escritor. Claro que logo vou eu sabe mais sobre ele.  Me encanto também e viro fã de tal escrito. (Logico se eu me identificar). Na verdade nós hoje estamos precisando disso de referencias. No mundo contemporâneo, temos que ter um currículo cheio de referencias profissionais, quanto mais melhor. Porém na vida afetiva e família talvez isso esteja em falta. Talvez  seja esse o o maior fracasso de um homem não ter, e não ser uma referencia para alguém. Quando estava lendo o segundo livro: Cartas Entre Amigos (Sobre Ganhar e Perder) Tomei conhecimento de que Graciliano Ramos autor de Vidas Secas. é meu conterrâneo. Alagoano como eu. Tive vergonha de mim. E agradeci mentalmente ao Padre Fábio pela descoberta, que me proporcionou. E alguns meses depois comprei meu exemplar de vidas secas. Livro maravilhoso, que me fez de algum modo conhecer uma vida semelhante ao que meus avós viveram. Como: Ter  camas feitas de vara dormir em colchão de camim, entre tantas outras realidades, que me lembro ter ouvido nos meu avôs quando criança, e meus pais muitas vezes cita, esses tempos idos para valorizarmos o que temos hoje. Aqui está o valor do referencial.  Fica a dica ai Leia “Vidas Secas”.

Muitos, muitos de nós que lemos os dois livros, temos muita esperança de ser lançado quem sabe um terceiro livro:” Carta Entre Amigos”. Mas enquanto aguardamos quem sabem um terceiro livro. Vale muito apena ler os livros desses dois escritores,  que escrevem com a alma. Cheia de sabedoria diante das causas humanas.

Obs: Carta Entre Amigos (Sobre Medos Contemporâneos)
Ano: 2009
Editora: Ediouro

Por Bia Oliveira

Sobre os Autores :

Nascido em 30 de abril de 1969, em Cachoeira Paulista (SP), Gabriel Chalita revelou-se escritor já aos 12 anos, quando publicou seu primeiro livro. Aos 15, criou uma coleção destinada a crianças em idade de catequese. Sua obra compõe-se de mais de 70 títulos. Dos livros publicados, dois já foram lançados no exterior: “Os dez mandamentos da ética” (em 2004, na Argentina, no Chile e na Espanha, pela Editora Aguillar/Santillana) e “Pedagogia do amor” (em 2006, na Espanha, pela Editora PPC/SM).

Via Site Oficial do Escritor

Fábio José de Melo Silva, mais conhecido como Padre Fábio de Melo (Formiga, 3 de abril de 1971) é um sacerdote católico, artista, escritor, professor universitário e apresentador brasileiro. Pertenceu à Congregação dos Sacerdotes do Sagrado Coração de Jesus. Atua na Diocese de Taubaté, no interior do Estado de São Paulo.

via   /pt.wikipedia.org/

Segredos de uma noite de verão (Resenha)

Apesar de sua beleza e de seus modos encantadores, Annabelle Peyton nunca foi tirada para dançar
nos eventos da sociedade londrina. Como qualquer moça de sua idade, ela mantém as esperanças de encontrar alguém, mas, sem um dote para oferecer e vendo a família em situação difícil, amor é um luxo ao qual não pode se dar.

Certa noite, em um dos bailes da temporada, conhece outras três moças também cansadas de ver o tempo passar sem ninguém para dividir sua vida. Juntas, as quatro dão início a um plano: usar todo o seu charme e sua astúcia feminina para encontrar um marido para cada, começando por Annabelle.
No entanto, o admirador mais intrigante e persistente de Annabelle, o rico e poderoso Simon Hunt, não parece ter interesse em levá-la ao altar – apenas a prazeres irresistíveis em seu quarto. A jovem está decidida a rejeitar essa proposta, só que é cada vez mais difícil resistir à sedução do rapaz.
As amigas se esforçam para encontrar um pretendente mais apropriado para ela. Mas a tarefa se complica depois que, numa noite de verão, Annabelle se entrega aos beijos tentadores de Simon… e descobre que o amor é um jogo perigoso.
No primeiro livro da série As Quatro Estações do Amor, Annabelle sai em busca de um marido, mas encontra amizades verdadeiras e desejos intensos que ela jamais poderia imaginar
.
“Um romance excelente.” – Publishers Weekly

Sinopse: SkoobSEGREDOS_DE_UMA_NOITE_DE_VERAO_1435264890445204SK1435264890B
Olá Leitores! Para quem gosta de um romance de época, esse livro é  perfeito para aumentar, sua  coleção.E ele não vem sozinho. “Os segredos de uma noite de verão”. é o primeiro da coleção. “As quatro estações do amor”.
Um romance de época, onde o interesse, prevalece, sobre o amor. Onde as aparências, vale mais que a essência. Um casal nada convencional, são os protagonistas desta história. Annabelle Peyton. uma bela moça, que há três bailes anuais, na corte de Londres, tenta, encontrar, um aristocrata, que a escolha para casar. Sua  maior preocupação, não é apenas porque só lhe resta, um último baile. Para tentar, impressionar, um cavalheiro, antes de ser declaradamente encalhada. Seu interesse, está muito além disso. Sua mãe Phelippa  é viúva, seu irmão, Jaremy ainda é um garoto, que estuda em colégio interno. Sua família passa por grandes apuros financeiros. Annabelle nos bailes, da corte passa um pouco de vergonha, por sua roupas estarem, muito desgastadas e por exibir joias falsas.  Por ser tão visível sua dificuldade financeira. A moça já recebeu algumas propostas, para  ser amante de alguns homens da corte. Isso a incomoda, bastante, sem cortar dos rumores, que surgem de que ela é amante de um velho asqueroso, da corte, que muitas vezes, ao ser consultado sobre o boato, nem confirma e nem desmente. Isso só o deixar envaidecido, pela possibilidade de ter a linda e jovem Annabelle como sua conquista. E isso compromete a reputação da moça. Infelizmente Annabelle, sabe que por mais remota que seja a possibilidade, de se   tornar amante de um aristocrata, essa pode ser  a única alternativa. Tudo depende do que vai acontecer na última temporada dos bailes.
Um romance de época, onde o interesse, prevalece, sobre o amor. Onde as aparências, vale mais que a essência. Um casal nada convencional, são os protagonistas desta história. Annabelle Peyton. uma bela moça, que há três bailes anuais, na corte de Londres, tenta, encontrar, um aristocrata, que a escolha para casar. Sua  maior preocupação, não é apenas porque só lhe resta, um último baile. Para tentar, impressionar, um cavalheiro, antes de ser declaradamente encalhada. Seu interesse, está muito além disso. Sua mãe Phelippa  é viúva, seu irmão, Jaremy ainda é um garoto, que estuda em colégio interno. Sua família passa por grandes apuros financeiros. Annabelle nos bailes, da corte passa um pouco de vergonha, por sua roupas estarem, muito desgastadas e por exibir joias falsas.  Por ser tão visível sua dificuldade financeira. A moça já recebeu algumas propostas, para  ser amante de alguns homens da corte. Isso a incomoda, bastante, sem cortar dos rumores, que surgem de que ela é amante de um velho asqueroso, da corte, que muitas vezes, ao ser consultado sobre o boato, nem confirma e nem desmente. Isso só o deixar envaidecido, pela possibilidade de ter a linda e jovem Annabelle como sua conquista. E isso compromete a reputação da moça. Infelizmente Annabelle, sabe que por mais remota que seja a possibilidade, de se   tornar amante de um aristocrata, essa pode ser  a única alternativa. Tudo depende do que vai acontecer na última temporada dos bailes.
Simon Hult filho de um soqueiro, que trabalhou, longe na corte, construiu seu patrimônio, por outros caminhos, é investidor, industrial. Por não ser de  família tradicional. E por fazer parte da classe trabalhadora, Simon, é visto com um certo preconceito, especialmente pelas moças da corte.Incluindo Annabele.  Mas por sua influencia, como investidor, enquanto algumas família tradicionais, passam por alguns apuros financeiros.  O ramo que Simom investe, cresce a passos largos.  Simon é um rapaz alto forte, de uma aparência imponente, de consumes, que pode se considerar, grosseiros, comparando  aos costumes nos homens da corte. Que costumam, ser franzinos, de traços delicados, de um cavalheirismos, que beira, a chatice e  que gostam de poesias…
Quatro Estações do Amor
Simon  ficou apaixonado, desde que viu Annabele, pela primeira vez, na porta do teatro com o irmão. A quem Simon conhecia, e chegou a convidar os dois para assistirem ao espetáculo, em questão. (Annabele e o irmão ficaram da porta do teatro, por não terem dinheiro suficiente, para comprar as entradas). Por muita insistência, e para fazer a vontade do irmão Annabelle aceito o convite, para assistir ao espetáculo, sua antipatia pelo cavalheiro foi a primeira vista. Mesmo assim ao roupar o beijo da moça durante o espetáculo. Annabelle não pode resistir ao beijo, que há deixou, estarrecidamente, impactada… Mesmo assim, isso não a fez amolecer nem um pouco sua antipatia pelo imponente rapaz, rustico, e de uma pegada inesquecível. Será que essa antipatia e implicância, pelo jovem rapaz irá se reverter?
Um romance, que no inicio me prendeu bastante, mas do meio me pareceu que seria monótono. Me suspeendeu, totalmente e positivamente.    Alternando: bom humor, brigas, momentos de tenção. A amor, paixão e desejo. Esse é um livro intenso com emoções, distintas. Que   vale muito, apena ler.  Os diálogos triviais , são bem recompensados,pela intensidade,dos acontecimentos, tornando a  história,  incapaz de ser deixada de lado…
  Espero que tenham gostado da resenha. Chaw até a próxima!
Por Bia Oliveira

Sobre a Autora:

Lisa Kleypas

Depois de se formar na Universidade de Wellesley em Ciências Políticas, publicou seu primeiro romance aos vinte e um anos de idade. Em 1985, ela foi nomeada Miss Massachusetts e competiu o Miss America, em Atlantic City. Lisa está casada e tem dois filhos.
Em sua página na web, a autora conta: “Comecei a escrever romances porque sempre amei lê-los. Indiscutivelmente, fui uma nerd durante toda a escola primária e, mesmo “florescendo” na secundária, acredite, a nerd interior ainda estava aqui. Nunca pude imaginar um tempo melhor aproveitado do que lendo um livro, e este amor pela leitura, com o tempo, se traduziu num profundo desejo de escrever um.”
Traduzido e adaptado de http://www.universoromance.com.ar/lisakleypas/biografia

O Inferno de Gabriel (Resenha)


O inferno de Gabriel

Sylvain Reynard

ISBN-13:O_INFERNO_DE_GABRIEL_1357576650B 9788580411263
ISBN-10: 8580411262
Ano: 2013 / Páginas: 512
Idioma: português
Editora: Arqueiro

A salvação de um homem. O despertar da sexualidade de uma mulher.

Enigmático e sedutor, Gabriel Emerson é um renomado especialista em Dante. Durante o dia assume a fachada de um rigoroso professor universitário, mas à noite se entrega a uma desinibida vida de prazeres sem limites.

O que ninguém sabe é que tanto sua máscara de frieza quanto sua extrema sensualidade na verdade escondem uma alma atormentada pelas feridas do passado. Gabriel se tortura pelos erros que cometeu e acredita que para ele não há mais nenhuma esperança ou chance de se redimir dos pecados.

Julia Mitchell é uma jovem doce e inocente que luta para superar os traumas de uma infância difícil, marcada pela negligência dos pais. Quando vai fazer mestrado na Universidade de Toronto, ela sabe que reencontrará alguém importante – um homem que viu apenas uma vez, mas que nunca conseguiu esquecer.

Assim que põe os olhos em Julia, Gabriel é tomado por uma estranha sensação de familiaridade, embora não saiba dizer por quê. A inexplicável e profunda conexão que existe entre eles deixa o professor numa situação delicada, que colocará sua carreira em risco e o obrigará a enfrentar os fantasmas dos quais sempre tentou fugir.

Primeiro livro de uma trilogia, O inferno de Gabriel explora com brilhantismo a sensualidade de uma paixão proibida. É a história envolvente de dois amantes lutando para superar seus infernos pessoais e enfim viver a redenção que só o verdadeiro amor torna possível.
Sinopse: Skoob.

O que posso acrescentar, ao que está da sinopse é que: Muitos  dizem que “O inferno de Gabriel” é muito semelhante ao  ” 50 Tons de Cinza”. Mas já estou dizendo que não é. Ele têm momentos picantes? sim tem. O Gabriel é um homem, atraente, envolvente, sedutor e sem escrúpulos sim? Ele é. Porém, apesar de tudo isso, no decorrer, do romance, o Gabriel se torna o homem, que toda mulher gostaria de ter.   Gabriel têm qualidades, porém pouco explorada, por todas as mulheres, que passaram pela vida dele. Claro que antes de Julianne (Julia). Gabriel é um homem extremamente culto. Que têm muitos traumas e segredos. Porém tudo isso, está sendo trabalhado de forma positiva. Ao ponto de ele está encontrando a luz no fim do túnel. Que poderá, tira-ló do Inferno. O inferno interior, de Gabriel  é muito bem camuflado , superficialmente pela   riqueza e luxo. em que Gabriel vive cercado.

Mas isso até impressiona, inicialmente Julia. Que vive em uma quitinete. Em Toronto, chega até passar dificuldade, tendo uma alimentação precária. Gabriel, tentando se redimir com Júlia, a respeito de erros que cometeu como ela no passado. E no presente tenta protege-lá e ajuda-lá  de diversas maneiras.  Mas Júlia não se rende as regalias. Que Gabriel. Quer dispor para ela.

Entre encontros, desencontros. maus entendidos, do passado que resultaram em feridas, e traumas durante anos. Uma atração física, quase incontrolável, entre ambos.De um lado um professor universitário, com uma carreira em absoluta ascensão. Do ouro uma aluna de mestrado, que se sacrifica muito para conseguir finalizar o curso.Ambos correm o risco, de acabarem com o  futuro profissional.Por se arriscarem a viver uma história de amor. Que a muitos anos atrás teve inicio de  forma rápida e incomum.Dante e Beatriz. Foi a inspiração, de uma noite inesquecível Agora Dante e Beatriz é o motivo pelo qual eles se reencontram. Uma história de amor intensa. Inspirada na  Clássica história de Dante e Beatriz.

Aqui está uma grande diferença. Entre 50 tons de cinza e O inferno de Gabriel. O extremo bom gosto, no conteúdo, que ilustra a história. “A Divina Comedia” de Dante Alighieri. Um romance, clássico.
Além do  acervo cultural, O romance também tem uma PleyList impecável.

Fui surpreendida positivamente, a respeito deste livro. A diferença, entre  alguns romances, está da mistura exata nos elementos que o autor, decide,colocar na elaboração da história. Sylvain Reynard. Foi mestre quando misturou, cultura, literatura, momentos intensos de paixão, com momentos de ternura e amor. Que nos lembra um romance de Nicholas Skarkes.
Se você gosta de literatura clássica, e ainda não conhece o livro a “Divina Comedia”. Você imediatamente  irá procurar le-Lo porque será impossível, não se envolver, e querer conhecer a história de Dante e Beatriz. Já que ela perpassa  todo relacionamento entre Julia e Gabriel. Seja na vida acadêmica, como também da vida particular do casal.

Eu não poderia finalizar está resenha sem antes, mostra para vocês ás ilustrações das obras de artes citadas no livro. Vendo assim até parece não ter importância. Mas posso dizer que elas quando citadas no decorrer da leitura nos provoca grande curiosidade. Devido a perfeita  interação delas com a história. O inferno de Gabriel. não é  mais uma história. De amor clichê. É uma história com um acervo cultural, e literário, difícil de encontrar na literatura atual. A mistura de clássico com o contemporâneo, nós leva, a mergulhar no mundo riquíssimo da literatura que pode ser muito bem misturada e nos favorecer ricamente.

Resenha por Bia Oliveira

AS OBRAS CITADAS NO LIVRO O INFERNO DE GABRIEL
Fonte das Ilustrações http://www.worldofdante.org/gallery_botticelli.html


Dante e Beatriz de Henry Holiday


A Primavera de Sandro Botticelli




O Beijo de Auguste Rodin



O Retorno do filho prodigo de Rembrant



               
Sobre o Autor

Quase nada foi divulgado sobre a verdadeira identidade do autor por trás do pseudônimo Sylvain Reynard.

Sabemos que ele é canadense, já escreveu vários livros de não ficção e tem um profundo interesse pela arte e pela cultura renascentistas. Mas, embora declare ser do gênero masculino, seus fãs têm uma forte suspeita de que na verdade S.R. seja uma mulher.

Semifinalista ao prêmio de Melhor Autor e Melhor Livro no Goodreads Choice Awards de 2011, Reynard apoia diversas instituições de caridade e acredita que a literatura ajuda a explorar os diversos aspectos da condição humana, como o sofrimento, o amor e a redenção.

Fonte: Skoob

Uma carta de Amor (Resenha)

 

Uma Carta de AmorNicholas Sparks..
ISBN-13: 9788580412475
ISBN-10: 8580412471
Ano: 2014 / Páginas: 277
Idioma: português
Editora: Arqueiro

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Há três anos a colunista Theresa Osborne se divorciou do marido após ter sido traída por ele. Desde então, não acredita no amor e não se envolveu seriamente com ninguém. Convencida pela chefe de que precisa de um tempo para si, resolve passar férias em Cape Cod. Durante a semana de folga, depois de terminar sua corrida matinal na praia, Theresa encontra uma garrafa arrolhada com uma folha de papel enrolada dentro. Ao abri-la, descobre uma mensagem que começa assim: “Minha adorada
Catherine, sinto a sua falta, querida, como sempre, mas hoje está sendo
especialmente difícil porque o oceano tem cantado para mim, e a canção é a da nossa vida juntos.”

Comovida pelo texto apaixonado, Theresa decide encontrar seu misterioso autor, que assina apenas “Garrett”. Após uma incansável busca, durante a qual descobre novas cartas que mexem cada vez mais com seus sentimentos, Theresa vai procurá-lo em uma cidade litorânea da Carolina do Norte. Quando o conhece, ela descobre que há três anos Garrett chora por seu amor perdido, mas também percebe que ele pode estar pronto para se entregar a uma nova história. E, para sua própria surpresa, ela também.

Unidos pelo acaso, Theresa e Garrett estão prestes a viver uma história comovente que reflete nossa profunda esperança de encontrar alguém e sermos felizes para sempre.

Sinopse: Skoob

 

Olá queridos leitores! Para começas bem nosso ano de 2016. Vou falar sobre uma linda história de amor. Quando se trata de romance, sei que existem muitos escritores, que escrevem com maestria sobre o amor. Entre tantos um dos mais queridos dos leitores, tem um destaque especial. Nicholas Sparkes. Primeiro, porque o cara é bom mesmo no que faz. Segundo. A incrível, cotidade, de adaptações de seus livros para o cinema.

Uma carta de amor. Traz uma linda e antiga maneira de comunicação. As cartas engarrafadas, e jogadas ao mar. Tudo começa quando a colunista Theresa, esta caminhando, na beira da praia e encontra uma garrafa, ela,ao abrir ler o que esta escrito no papel de carta.E fica muito impressionada. Se trata de uma carta de amor.  O conteúdo é triste, o homem escreve sobre a saudade  que sente da amada. Catherine. O final da carta está assinado por:  Garrett.

Qualquer pessoa que encontrasse uma carta assim, iria ficar intrigada. Quantas perguntas surgem diante de uma carta assim: Será que ela abandonou ele? Será que se trata de um amor impossível?… A imaginação vai longe quando se trata de uma história de amor.

Theresa além de ficar impactada, com o teor da carta, como qualquer outra pessoa. Se sente envolvida emocionalmente, como jornalista, quer saber mais… como mulher fica muito emotiva   diante de um amor tão forte. Theresa é divorciada, tem 36 anos mãe de  Kevin. Depois do divorcio nunca encontrou alguém que realmente, quisesse algo sério, a carta a deixou um pouco mais carente do que normalmente ela se sente.  Após mostrar a carta para amiga Danna… que também chora ao ler a carta, A amiga pergunta a Theresa que destino ela, vai dar a carta. Como Theresa, não tem idéia do que fazer, a amiga incentiva a publica-lá, na coluna semanal que Theresa, escreve. Ela reluta um pouco, e enfim pública a carta, na coluna.

A coluna se tornar um sucesso, cartas de varias partes do país chegar a redação do jornal. Sua coluna foi publicada por quase todas as edições dominicais do país. Na redação do jornal Theresa, recebe uma ligação.Uma mulher. Diz que tem mais uma carta provavelmente da mesma, pessoa. Quando o artigo foi publicado, foi preservado a identidade dos personagem da carta. A mulher confirmou por telefone o nome para quem a carta estava sendo enviada, e   quem a enviou. Mais uma outra carta depois apareceu, e ai não teve como conter a curiosidade, quem era o misterioso e apaixonado Garrett?

Theresa, após uma investigação foi até onde poderia encontrar. Garrett. Como um boa jornalista, tentou traçar um roteiro, de como seria, caso encontrasse, Garrett, quantos anos será que tinha? jovem ou velho? O que ela iria falar para ele?  Tudo isso foi desvendado quando Theresa encontra Garrett, nas docas, cuidando do veleiro. Theresa fica impressionada, pois nas docas ele era o único barco de madeira que havia. Após admirar o barco, por alguns instantes ela é surpreendida, pelo rapaz, jovem e atraente que estava na rampa do barco. Após Garrett, descer do barco eles tiveram uma conversar trivial, sobre o barco, sobre velejar. Na verdade tudo que Teresa tinha imaginado fazer, quando encontrasse, Garratt. Foi por água abaixo, naturalmente sua curiosidade, sobre o barco, sobre velejar era natural. Sobre isso os dois ficaram conversando, algum tempo. Até que Garrett, convida Theresa, para velejar com ele. Nem ele sabe ao certo porque fez o tal convite, fazia muitos anos que vivia solitário. E nem de longe planejava se envolver com alguém. Mas algo atraiu ambos. E logo uma amizade, naturalmente surgiu, entre eles. Logo em poucos dias descobriram que já não conseguiriam  viverem distantes um do outro.

Um romance envolvente, misterioso e intenso. Assim é Uma Carta de Amor. Uma das características, da história que gostei muito é que têm poucos personagens. Sabe aquelas páginas que sobram do livro, que da vontade de pular e ir logo, pra onde nos interessa?  Nesse livro não sobra nem páginas nem personagens. Tudo é sucinto. Cada personagem da trama tem sua importância, suas vidas são ligadas paralelamente, aos personagens, principais. De leitura rápida, com  conflitos interiores, e de emoções a flor da pele. Que nos leva a conclusão que o coração, por mais ferido que tenha sido, pode e dever se dá mais uma, duas, três… chances para um novo amor.  Amor, paixão e superação. Tudo isso faz com que Uma Carta de Amor seja mais uma obra prima de Nicholas Sparkes. Que se você já é fã vale apena adicionar-lo a sua coleção. Se você ainda não é fã, poderá, começar a ser a partir deste livro.

Espero que tenham gostado até a próxima postagem.

Por Bia Oliveira

O Bangalô (Resenha)

O  Bangalô

Quanto tempo você está disposto a esperar por sua felicidade?

Sarah Jio

ISBN-13: 9788581638034

ISBN-10: 8581638031

Ano: 2015 / Páginas: 320

Idioma: português

Editora: Novo Conceito

Sinopse : Verão de 1942. Anne tem tudo o que uma garota de sua idade almeja: família e noivo bem-sucedidos.

No entanto, ela não se sente feliz com o rumo que sua vida está tomando. Recém-formada em enfermagem e vivendo em um mundo devastado pelos horrores da Segunda Guerra Mundial, Anne, juntamente com sua melhor amiga, decide se alistar para servir seu país como enfermeira em Bora Bora.

Lá ela se depara com outra realidade, uma vida simples e responsabilidades que não estava acostumada. Mas, também, conhece o verdadeiro amor nos braços de Westry, um soldado sensível e carinhoso.

O esconderijo de amor de Anne e Westry é um bangalô abandonado, e eles vivem os melhores momentos de suas vidas… Até testemunharem um assassinato brutal nos arredores do bangalô que mudará o rumo desta história.

A ilha, de alguma forma, transforma a vida das pessoas, e este livro certamente transformará você.

Fonte: SkoobO_BANGALO_1443558818529144SK1443558818B

Este livro me fez reforçar uma teoria particular, que tenho sobre histórias, que são contadas, usando como, fundo a trágica, e inesquecível. Segunda Guerra Mundial. Por vezes as histórias são  trágicas, tristes que nós emocionam. e em particular são os meus preferidos. Porque através, do trágico, podem ser contadas histórias de personagens, que nós dão lindas lições de vida. E se tornam inesquecíveis, não é mesmo? Como esquecer da Liesel Meminger.    Livros como: A menina que roubava livros. O menino do pijama listrado. Toda luz que não se pode ver, entre outros…

O Bangalô. foi um livro que me conquistou, pela capa. E me convenceu, que era bom a partir na sinopse.  Mas eu estava enganada, o livro não é  bom. É simplesmente, maravilhoso. Na história têm: amigas inseparáveis, feridos, de guerra, morte de saldados, e um assassinato. Como uma história assim pode ser maravilhosa? Você pode se  perguntar. A resposta é apenas uma: Amor. Um amor, que nasceu e sobreviveu a guerra, a . distância  e ao passar do tempo.

Em 1943  Anne. Tem uma bela vida, uma vida muito certinha. E um noivo perfeito,  bem-sucedido.Anne se questiona, sobre o que sente pelo noivo. Os dois cresceram juntos e o casamento, desde sempre pareceu, inevitável. Ela também se questionou sobre sua carreira como enfermeira. Gostaria de ajudar as pessoas, gostaria de construir a própria vida. Já que sua vida sempre seguiu um  percurso pré-determinado.

Durante a Festa de noivado Anne, toma  uma decisão que irá mudar sua vida, totalmente. Sua amiga inseparável, Kitty conta para a amiga que  se alistou, na  Corporação de Enfermeiras do Exército Americano. Anne não suportando a ideia de ficar longe na amiga. E para tentar entender seus próprios sentimentos, sobre o noivo, sobre o casamento. Decidiu, que também iria junto com a amiga Kitty. Anne comunicou a família, assim com também  ao noivo. (Um homem que só existe nos livros). No decorrer na história vocês entenderão o porque. Gerard. aceita a decisão de Anne  e promete que vai espera-la.   Anne e Kitty partiram junto com muitas outras moças para a Ilha de Bora, Bora.

“Não se pode desempenhar um papel na vida, especialmente no Amor”

Essa frase Anne ouviu de sua governanta, que  a criou. E sabe como ninguém, reconhecer, as dúvidas que se passa no coração da moça.

Foi para  deixar de desempenhar um papel,  pelo mesmo por algum tempo, que Anne estava naquela ilha. Agora a realidade, era outra completamente, diferente.  Porém nem tudo era ruim e assustador por lá.

A paisagem paradisíaca, ajuda a relaxar. Assim como também as  amizades, que se formavam. Ajudava   a viver melhor naquele lugar.  Em um belo dia de sol, Anne, Kitty e alguns  amigos, fora para um piquenique.   Ao se distanciar dos amigos na praia Anne ver algumas pegadas pela areia  e decide segui-las. As pegadas levaram,  Anne a um lençol estendido, no chão, com um livro em cima. Anne ouve um barulho vindo do arbusto e logo veio a surpresa era Westry, a quem ela encontrará na enfermaria da noite anterior, buscando por um curativo. O rapaz estava, com a mão machucada, Anne ao presta os primeiros socorros, ao saldado, descobrir que tinha sido ele que agrediu um dos homens que estavam a importunado , na festa de boas vindas, em homenagens as enfermeiras, na noite anterior. Depois se algum tempo conversando,  diante de um lindo mar, ao lado de um até então amigo.  Anne decide voltar para a companhia dos amigos. Westry. Decide acompanha-lá. No caminho de volta, o saldado . Ver algo que prende sua atenção.Uma cabana, com teto de palha, atrás de um mato fechado.

Ambos tiveram muita curiosidade, e foram até lá. A cabana era linda,mas devido ao abandono, em que estava.,  precisava de alguns reparos. Logo Anne e Westry se comprometeram, a cada um fazer sua parte. Para a melhoria do bangalô. Entre muitos acertos sobre aquele lugar. Um deles era manter segredo, sobre  o que tinham encontrado. O bangaló que seria apenas um refugio para os momentos de folga de ambos. Tornou-se um lindo senário, para uma inesquecível história de amor. E um camarote, para presenciar, um crime.

Anne, dos dias atuais já idosa,  recebe uma carta. Uma  pesquisadora,que  pretende desvendar o mistério, por trás, do assassinato, da ilha de Bora Bora. Após muitos anos de investigação,  a pesquisadora enfim, encontra o endereço, da enfermeira,que no
dia do crime estava de folga. A pesquisadora, pede para  Anne.Colaborar com qualquer, informação por menor, que seja. Pois qualquer detalhe pode ajuda-lá a fazer justiça.

Fazer justiça a respeito deste crime sempre foi o desejo de Anne. Mas nos tempos de guerra isso se tornou impossível. Agora depois de tantos anos surge, a oportunidade, de desvendar este mistério.  Anne   ler a carta junto com a neta. e  ela, relata  toda sua história. inclusive, sobre seu grande amor. Westry. Anne e  suas lembranças, lindas e outras trágicas. É uma indispensável, testemunha, para chegar ao verdadeiro assassino. Do crime ocorrido a tantos anos.

Encorajada pela neta.  Anne  resolve ir a Bora Bora. Chegando a ilha após tantos anos, muitas lembranças, faz Anne. Querer voltar aos 20 anos  Um lugar,  onde foi um divisor de águas, tantos destinos ali foram trassados.Porém na ilha, o único assunto, a ter um desfecho , não era apenas o crime. A  Ilha ainda guardava, muitas, surpresas, para Anne. Havia ali muitos vestígios, de uma história de amor,  que apesar de tantos anos ainda não tinha chegado ao fim.

A autora deste livro, foi muito competente, quando misturou, tantos elementos, que causam varias emoções. A destreza entretanto,  ficou, por conta da dosagem perfeita, diante de cada situação, não houve excesso,sobre os detalhes  da guerra, de sofrimento, de mortos e feridos.   Tudo na quantidade perfeita onde não cansa e nem decepciona, quem esta lendo. Nem sobram e  nem  faltam detalhes.

Outro ponto positivo, é sobre  o desfecho da  história. Nenhum personagem ficou ileso todos na história  tiveram  grandes transformações. No decorrer a história, deixa muitos mistérios e  dúvidas, no ar. A sensação é de que muitas perguntas irão ficar sem respostas.

Mas de uma forma impecável, a autora liga os fatos que ficaram pendentes ao longo, do caminho de forma impecavelmente, surpreendente. E  inimaginável. ” O Bangaló” se tornou um dos meus romances favoritos. E se você também gosta de romance sem sombra de dúvidas ele se tornará o seu favorito também.

Nota: 5/5

Por Bia Oliveira