Uma carta de Amor (Resenha)

 

Uma Carta de AmorNicholas Sparks..
ISBN-13: 9788580412475
ISBN-10: 8580412471
Ano: 2014 / Páginas: 277
Idioma: português
Editora: Arqueiro

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Há três anos a colunista Theresa Osborne se divorciou do marido após ter sido traída por ele. Desde então, não acredita no amor e não se envolveu seriamente com ninguém. Convencida pela chefe de que precisa de um tempo para si, resolve passar férias em Cape Cod. Durante a semana de folga, depois de terminar sua corrida matinal na praia, Theresa encontra uma garrafa arrolhada com uma folha de papel enrolada dentro. Ao abri-la, descobre uma mensagem que começa assim: “Minha adorada
Catherine, sinto a sua falta, querida, como sempre, mas hoje está sendo
especialmente difícil porque o oceano tem cantado para mim, e a canção é a da nossa vida juntos.”

Comovida pelo texto apaixonado, Theresa decide encontrar seu misterioso autor, que assina apenas “Garrett”. Após uma incansável busca, durante a qual descobre novas cartas que mexem cada vez mais com seus sentimentos, Theresa vai procurá-lo em uma cidade litorânea da Carolina do Norte. Quando o conhece, ela descobre que há três anos Garrett chora por seu amor perdido, mas também percebe que ele pode estar pronto para se entregar a uma nova história. E, para sua própria surpresa, ela também.

Unidos pelo acaso, Theresa e Garrett estão prestes a viver uma história comovente que reflete nossa profunda esperança de encontrar alguém e sermos felizes para sempre.

Sinopse: Skoob

 

Olá queridos leitores! Para começas bem nosso ano de 2016. Vou falar sobre uma linda história de amor. Quando se trata de romance, sei que existem muitos escritores, que escrevem com maestria sobre o amor. Entre tantos um dos mais queridos dos leitores, tem um destaque especial. Nicholas Sparkes. Primeiro, porque o cara é bom mesmo no que faz. Segundo. A incrível, cotidade, de adaptações de seus livros para o cinema.

Uma carta de amor. Traz uma linda e antiga maneira de comunicação. As cartas engarrafadas, e jogadas ao mar. Tudo começa quando a colunista Theresa, esta caminhando, na beira da praia e encontra uma garrafa, ela,ao abrir ler o que esta escrito no papel de carta.E fica muito impressionada. Se trata de uma carta de amor.  O conteúdo é triste, o homem escreve sobre a saudade  que sente da amada. Catherine. O final da carta está assinado por:  Garrett.

Qualquer pessoa que encontrasse uma carta assim, iria ficar intrigada. Quantas perguntas surgem diante de uma carta assim: Será que ela abandonou ele? Será que se trata de um amor impossível?… A imaginação vai longe quando se trata de uma história de amor.

Theresa além de ficar impactada, com o teor da carta, como qualquer outra pessoa. Se sente envolvida emocionalmente, como jornalista, quer saber mais… como mulher fica muito emotiva   diante de um amor tão forte. Theresa é divorciada, tem 36 anos mãe de  Kevin. Depois do divorcio nunca encontrou alguém que realmente, quisesse algo sério, a carta a deixou um pouco mais carente do que normalmente ela se sente.  Após mostrar a carta para amiga Danna… que também chora ao ler a carta, A amiga pergunta a Theresa que destino ela, vai dar a carta. Como Theresa, não tem idéia do que fazer, a amiga incentiva a publica-lá, na coluna semanal que Theresa, escreve. Ela reluta um pouco, e enfim pública a carta, na coluna.

A coluna se tornar um sucesso, cartas de varias partes do país chegar a redação do jornal. Sua coluna foi publicada por quase todas as edições dominicais do país. Na redação do jornal Theresa, recebe uma ligação.Uma mulher. Diz que tem mais uma carta provavelmente da mesma, pessoa. Quando o artigo foi publicado, foi preservado a identidade dos personagem da carta. A mulher confirmou por telefone o nome para quem a carta estava sendo enviada, e   quem a enviou. Mais uma outra carta depois apareceu, e ai não teve como conter a curiosidade, quem era o misterioso e apaixonado Garrett?

Theresa, após uma investigação foi até onde poderia encontrar. Garrett. Como um boa jornalista, tentou traçar um roteiro, de como seria, caso encontrasse, Garrett, quantos anos será que tinha? jovem ou velho? O que ela iria falar para ele?  Tudo isso foi desvendado quando Theresa encontra Garrett, nas docas, cuidando do veleiro. Theresa fica impressionada, pois nas docas ele era o único barco de madeira que havia. Após admirar o barco, por alguns instantes ela é surpreendida, pelo rapaz, jovem e atraente que estava na rampa do barco. Após Garrett, descer do barco eles tiveram uma conversar trivial, sobre o barco, sobre velejar. Na verdade tudo que Teresa tinha imaginado fazer, quando encontrasse, Garratt. Foi por água abaixo, naturalmente sua curiosidade, sobre o barco, sobre velejar era natural. Sobre isso os dois ficaram conversando, algum tempo. Até que Garrett, convida Theresa, para velejar com ele. Nem ele sabe ao certo porque fez o tal convite, fazia muitos anos que vivia solitário. E nem de longe planejava se envolver com alguém. Mas algo atraiu ambos. E logo uma amizade, naturalmente surgiu, entre eles. Logo em poucos dias descobriram que já não conseguiriam  viverem distantes um do outro.

Um romance envolvente, misterioso e intenso. Assim é Uma Carta de Amor. Uma das características, da história que gostei muito é que têm poucos personagens. Sabe aquelas páginas que sobram do livro, que da vontade de pular e ir logo, pra onde nos interessa?  Nesse livro não sobra nem páginas nem personagens. Tudo é sucinto. Cada personagem da trama tem sua importância, suas vidas são ligadas paralelamente, aos personagens, principais. De leitura rápida, com  conflitos interiores, e de emoções a flor da pele. Que nos leva a conclusão que o coração, por mais ferido que tenha sido, pode e dever se dá mais uma, duas, três… chances para um novo amor.  Amor, paixão e superação. Tudo isso faz com que Uma Carta de Amor seja mais uma obra prima de Nicholas Sparkes. Que se você já é fã vale apena adicionar-lo a sua coleção. Se você ainda não é fã, poderá, começar a ser a partir deste livro.

Espero que tenham gostado até a próxima postagem.

Por Bia Oliveira

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O Bangalô (Resenha)

O  Bangalô

Quanto tempo você está disposto a esperar por sua felicidade?

Sarah Jio

ISBN-13: 9788581638034

ISBN-10: 8581638031

Ano: 2015 / Páginas: 320

Idioma: português

Editora: Novo Conceito

Sinopse : Verão de 1942. Anne tem tudo o que uma garota de sua idade almeja: família e noivo bem-sucedidos.

No entanto, ela não se sente feliz com o rumo que sua vida está tomando. Recém-formada em enfermagem e vivendo em um mundo devastado pelos horrores da Segunda Guerra Mundial, Anne, juntamente com sua melhor amiga, decide se alistar para servir seu país como enfermeira em Bora Bora.

Lá ela se depara com outra realidade, uma vida simples e responsabilidades que não estava acostumada. Mas, também, conhece o verdadeiro amor nos braços de Westry, um soldado sensível e carinhoso.

O esconderijo de amor de Anne e Westry é um bangalô abandonado, e eles vivem os melhores momentos de suas vidas… Até testemunharem um assassinato brutal nos arredores do bangalô que mudará o rumo desta história.

A ilha, de alguma forma, transforma a vida das pessoas, e este livro certamente transformará você.

Fonte: SkoobO_BANGALO_1443558818529144SK1443558818B

Este livro me fez reforçar uma teoria particular, que tenho sobre histórias, que são contadas, usando como, fundo a trágica, e inesquecível. Segunda Guerra Mundial. Por vezes as histórias são  trágicas, tristes que nós emocionam. e em particular são os meus preferidos. Porque através, do trágico, podem ser contadas histórias de personagens, que nós dão lindas lições de vida. E se tornam inesquecíveis, não é mesmo? Como esquecer da Liesel Meminger.    Livros como: A menina que roubava livros. O menino do pijama listrado. Toda luz que não se pode ver, entre outros…

O Bangalô. foi um livro que me conquistou, pela capa. E me convenceu, que era bom a partir na sinopse.  Mas eu estava enganada, o livro não é  bom. É simplesmente, maravilhoso. Na história têm: amigas inseparáveis, feridos, de guerra, morte de saldados, e um assassinato. Como uma história assim pode ser maravilhosa? Você pode se  perguntar. A resposta é apenas uma: Amor. Um amor, que nasceu e sobreviveu a guerra, a . distância  e ao passar do tempo.

Em 1943  Anne. Tem uma bela vida, uma vida muito certinha. E um noivo perfeito,  bem-sucedido.Anne se questiona, sobre o que sente pelo noivo. Os dois cresceram juntos e o casamento, desde sempre pareceu, inevitável. Ela também se questionou sobre sua carreira como enfermeira. Gostaria de ajudar as pessoas, gostaria de construir a própria vida. Já que sua vida sempre seguiu um  percurso pré-determinado.

Durante a Festa de noivado Anne, toma  uma decisão que irá mudar sua vida, totalmente. Sua amiga inseparável, Kitty conta para a amiga que  se alistou, na  Corporação de Enfermeiras do Exército Americano. Anne não suportando a ideia de ficar longe na amiga. E para tentar entender seus próprios sentimentos, sobre o noivo, sobre o casamento. Decidiu, que também iria junto com a amiga Kitty. Anne comunicou a família, assim com também  ao noivo. (Um homem que só existe nos livros). No decorrer na história vocês entenderão o porque. Gerard. aceita a decisão de Anne  e promete que vai espera-la.   Anne e Kitty partiram junto com muitas outras moças para a Ilha de Bora, Bora.

“Não se pode desempenhar um papel na vida, especialmente no Amor”

Essa frase Anne ouviu de sua governanta, que  a criou. E sabe como ninguém, reconhecer, as dúvidas que se passa no coração da moça.

Foi para  deixar de desempenhar um papel,  pelo mesmo por algum tempo, que Anne estava naquela ilha. Agora a realidade, era outra completamente, diferente.  Porém nem tudo era ruim e assustador por lá.

A paisagem paradisíaca, ajuda a relaxar. Assim como também as  amizades, que se formavam. Ajudava   a viver melhor naquele lugar.  Em um belo dia de sol, Anne, Kitty e alguns  amigos, fora para um piquenique.   Ao se distanciar dos amigos na praia Anne ver algumas pegadas pela areia  e decide segui-las. As pegadas levaram,  Anne a um lençol estendido, no chão, com um livro em cima. Anne ouve um barulho vindo do arbusto e logo veio a surpresa era Westry, a quem ela encontrará na enfermaria da noite anterior, buscando por um curativo. O rapaz estava, com a mão machucada, Anne ao presta os primeiros socorros, ao saldado, descobrir que tinha sido ele que agrediu um dos homens que estavam a importunado , na festa de boas vindas, em homenagens as enfermeiras, na noite anterior. Depois se algum tempo conversando,  diante de um lindo mar, ao lado de um até então amigo.  Anne decide voltar para a companhia dos amigos. Westry. Decide acompanha-lá. No caminho de volta, o saldado . Ver algo que prende sua atenção.Uma cabana, com teto de palha, atrás de um mato fechado.

Ambos tiveram muita curiosidade, e foram até lá. A cabana era linda,mas devido ao abandono, em que estava.,  precisava de alguns reparos. Logo Anne e Westry se comprometeram, a cada um fazer sua parte. Para a melhoria do bangalô. Entre muitos acertos sobre aquele lugar. Um deles era manter segredo, sobre  o que tinham encontrado. O bangaló que seria apenas um refugio para os momentos de folga de ambos. Tornou-se um lindo senário, para uma inesquecível história de amor. E um camarote, para presenciar, um crime.

Anne, dos dias atuais já idosa,  recebe uma carta. Uma  pesquisadora,que  pretende desvendar o mistério, por trás, do assassinato, da ilha de Bora Bora. Após muitos anos de investigação,  a pesquisadora enfim, encontra o endereço, da enfermeira,que no
dia do crime estava de folga. A pesquisadora, pede para  Anne.Colaborar com qualquer, informação por menor, que seja. Pois qualquer detalhe pode ajuda-lá a fazer justiça.

Fazer justiça a respeito deste crime sempre foi o desejo de Anne. Mas nos tempos de guerra isso se tornou impossível. Agora depois de tantos anos surge, a oportunidade, de desvendar este mistério.  Anne   ler a carta junto com a neta. e  ela, relata  toda sua história. inclusive, sobre seu grande amor. Westry. Anne e  suas lembranças, lindas e outras trágicas. É uma indispensável, testemunha, para chegar ao verdadeiro assassino. Do crime ocorrido a tantos anos.

Encorajada pela neta.  Anne  resolve ir a Bora Bora. Chegando a ilha após tantos anos, muitas lembranças, faz Anne. Querer voltar aos 20 anos  Um lugar,  onde foi um divisor de águas, tantos destinos ali foram trassados.Porém na ilha, o único assunto, a ter um desfecho , não era apenas o crime. A  Ilha ainda guardava, muitas, surpresas, para Anne. Havia ali muitos vestígios, de uma história de amor,  que apesar de tantos anos ainda não tinha chegado ao fim.

A autora deste livro, foi muito competente, quando misturou, tantos elementos, que causam varias emoções. A destreza entretanto,  ficou, por conta da dosagem perfeita, diante de cada situação, não houve excesso,sobre os detalhes  da guerra, de sofrimento, de mortos e feridos.   Tudo na quantidade perfeita onde não cansa e nem decepciona, quem esta lendo. Nem sobram e  nem  faltam detalhes.

Outro ponto positivo, é sobre  o desfecho da  história. Nenhum personagem ficou ileso todos na história  tiveram  grandes transformações. No decorrer a história, deixa muitos mistérios e  dúvidas, no ar. A sensação é de que muitas perguntas irão ficar sem respostas.

Mas de uma forma impecável, a autora liga os fatos que ficaram pendentes ao longo, do caminho de forma impecavelmente, surpreendente. E  inimaginável. ” O Bangaló” se tornou um dos meus romances favoritos. E se você também gosta de romance sem sombra de dúvidas ele se tornará o seu favorito também.

Nota: 5/5

Por Bia Oliveira